Consultoria de marca, canais e giro para indústrias de cosméticos. O produto que vamos vender juntos.
Eu estava travado em como recomendar digital sem colocar a indústria contra o lojista. Minha saída era defensiva. A sua é melhor: em vez de proteger o varejo do digital, você usa o digital para abastecer o varejo.
Virou a abertura do material de venda. É o único argumento que transforma marketing numa linha de custo que o dono já enxerga na planilha, e não em despesa nova.
O seller que precifica errado é um futuro inadimplente.
Sérgio, e essa frase está no material de vendaEla traduz risco jurídico em risco de crédito. É a linguagem que o dono de indústria sente na pele.
A indústria vende para o lojista, mas quem decide a recompra é a consumidora.
Quando a marca não puxa demanda, o produto encalha, o lojista não repõe, e a indústria tenta resolver com desconto e prazo. Isso destrói margem sem resolver a causa.
Quem vive o varejo já sabe disso por experiência. O que a pesquisa acrescenta é o lastro científico, e é isso que separa o método de mais uma agência prometendo post.
Giro é a velocidade com que o produto sai da prateleira. É o número que o comprador olha para decidir se mantém, amplia ou corta uma marca do mix.
O método leva o nome do número que ele persegue: marca lembrada gira mais, produto fácil de achar gira mais, lojista bem municiado gira mais.
Quando o giro sobe, o resto se resolve: o próximo pedido, o espaço na gôndola, a margem.
Ser lembrada quando a consumidora pensa na categoria, e reconhecida em menos de um segundo, na gôndola e na miniatura do marketplace.
Estar fácil de achar e comprar: loja certa, preço coerente, embalagem que se explica sozinha, página que aparece na busca.
O instituto Ehrenberg-Bass mede essas duas alavancas há décadas. A Bain criou o Perfect Store, padrão de execução em loja que a Unilever usa com esse nome, a Coca-Cola chama de Right Execution Daily e a P&G de Golden Store.
Nosso produto é isso adaptado para a indústria que não tem exército de promotores.
Produtos com baixo giro nos primeiros seis meses tendem a ser rapidamente substituídos.
Executiva de rede de varejo de beleza, sobre curadoria de mixE o critério de permanência é força de marca e capacidade de gerar demanda. O mix está encolhendo, a curadoria ficou mais dura.
Nesses dez segundos, a embalagem trabalha sozinha. Se ela não se explica, a promotora vira obrigatória.
Pela primeira vez os marketplaces passaram os buscadores como ponto de partida. E 73% ainda pesquisam na loja física antes de fechar a compra online.
Ou seja: físico e digital não são canais separados, são etapas da mesma decisão.
O setor movimenta US$ 26,9 bilhões por ano e cresce cerca de 7% ao ano. Não faltam empresas para atender. Falta quem fale a língua delas.
Ativação dá pico curto. Marca dá efeito composto: mais participação, mais poder de preço, menor custo de aquisição.
A gestão de mídia entra como contrato separado, com um parceiro operando. Nunca vendida junto com a consultoria. É isso que mantém a Conexa no lugar de quem decide, e não de quem posta.
O preço final é liberdade do lojista. Controlar isso é vedado pela Lei 12.529/2011, com multa de até 20% do faturamento.
Ninguém estampa o produto abaixo da pista: o anúncio que fura sai do ar, e a negociação no balcão continua livre. Resolve o que destrói a marca, que é o preço público.
O CADE aprovou o formato no caso Continental, sob três condições: a marca não pode ser dominante no mercado (indústria média se encaixa com folga), a regra nasce da própria indústria, e vale igual para todos os canais.
A política, nós desenhamos. Quem assina o risco é o jurídico do cliente.
Antes e depois é o motor de vendas de cosmético no TikTok, categoria que já responde por 21% de tudo que se vende na plataforma. E é justamente esse formato que esbarra na RDC 752, que proíbe alegação terapêutica.
Agência de beleza faz conteúdo. Consultoria regulatória faz dossiê. Ninguém cobre as duas pontas.
Nós cobrimos, e esse é o nosso diferencial mais difícil de copiar.
Toda consultoria de marca conversa com o dono da indústria. A nossa também conversa com quem compra dele.
Uma agência contrata designer. Não contrata a credibilidade de quem compra dessas indústrias há anos. É o que justifica o nosso preço estar acima do de agência.
E isso vai declarado na primeira reunião com o cliente: o parceiro é lojista do setor e parceiro comercial da Conexa. Escondido viraria problema, declarado vira credibilidade.
Ninguém compra um programa de 90 dias de quem ainda não olhou a empresa dele, ainda mais um dono que já se queimou com promessa de agência.
| Degrau | O que é | Duração | Preço |
|---|---|---|---|
| 01 | Raio-X, o diagnóstico completo | 4 semanas | a definir hoje |
| 02 | Implantação, fases 1 a 3 | 90 dias | a definir |
| 03 | Régua, acompanhamento mensal | recorrente | a definir |
O degrau 2 nunca é vendido sem o degrau 1.
Quanto uma indústria dessas paga sem pestanejar, e a partir de quanto ela trava?
A recomendação mais importante que tenho: escolha a mais fácil de entregar bem, não a maior.
Entrega ruim no primeiro caso queima o canal inteiro, e o canal vale mais que qualquer contrato individual.
É desse cliente que sai o nosso primeiro caso com número: o giro medido antes e depois. É o que você leva para a segunda reunião, e vale mais que qualquer apresentação.