Conexa · Método GIRO

Sérgio, o que você me contou virou método.

Consultoria de marca, canais e giro para indústrias de cosméticos. O produto que vamos vender juntos.

Renan & SérgioAgosto de 2026
01
Parte um

O ponto de partida foi você.

Dos seus dois áudios

Seis coisas que você falou entraram no método.

  • Mídia que aponta para a gôndola, tráfego geolocalizado nos clientes curva A
  • Não mandar tráfego para loja que canibaliza, critério de curadoria de PDV
  • A economia da promotora, branding faz ela bater meta
  • O cascateamento do TikTok Shop, a cadeia de afiliadas já existe
  • Capacitar o seller parceiro, senão a demanda vaza
  • O filtro de lançamento, sem história em vídeo o produto nasce curva C
E duas delas resolveram problemas meus

Você resolveu o que eu não estava conseguindo resolver.

Contribuição 01

Mídia que aponta para a gôndola

Eu estava travado em como recomendar digital sem colocar a indústria contra o lojista. Minha saída era defensiva. A sua é melhor: em vez de proteger o varejo do digital, você usa o digital para abastecer o varejo.

Contribuição 03

A economia da promotora

Virou a abertura do material de venda. É o único argumento que transforma marketing numa linha de custo que o dono já enxerga na planilha, e não em despesa nova.

O seller que precifica errado é um futuro inadimplente.

Sérgio, e essa frase está no material de venda

Ela traduz risco jurídico em risco de crédito. É a linguagem que o dono de indústria sente na pele.

02
Parte dois

O que exatamente estamos vendendo.

A tese

Vendemos giro. Não vendemos presença digital.

A indústria vende para o lojista, mas quem decide a recompra é a consumidora.

Quando a marca não puxa demanda, o produto encalha, o lojista não repõe, e a indústria tenta resolver com desconto e prazo. Isso destrói margem sem resolver a causa.

Quem vive o varejo já sabe disso por experiência. O que a pesquisa acrescenta é o lastro científico, e é isso que separa o método de mais uma agência prometendo post.

O nome do método

GIRO é o número que decide tudo.

Giro é a velocidade com que o produto sai da prateleira. É o número que o comprador olha para decidir se mantém, amplia ou corta uma marca do mix.

O método leva o nome do número que ele persegue: marca lembrada gira mais, produto fácil de achar gira mais, lojista bem municiado gira mais.

Quando o giro sobe, o resto se resolve: o próximo pedido, o espaço na gôndola, a margem.

Como uma marca cresce

Existem duas alavancas. Só duas.

Alavanca 1

Disponibilidade mental

Ser lembrada quando a consumidora pensa na categoria, e reconhecida em menos de um segundo, na gôndola e na miniatura do marketplace.

Alavanca 2

Disponibilidade física

Estar fácil de achar e comprar: loja certa, preço coerente, embalagem que se explica sozinha, página que aparece na busca.

Por que isso é defensável

É o que a Unilever faz há quinze anos.

O instituto Ehrenberg-Bass mede essas duas alavancas há décadas. A Bain criou o Perfect Store, padrão de execução em loja que a Unilever usa com esse nome, a Coca-Cola chama de Right Execution Daily e a P&G de Golden Store.

Loja com execução padrão base 100 Loja acima de 95% de conformidade +8% a 10%
Fonte: metodologia Perfect Store · Bain & Company

Nosso produto é isso adaptado para a indústria que não tem exército de promotores.

03
Parte três

Por que agora, e não ano que vem.

Produtos com baixo giro nos primeiros seis meses tendem a ser rapidamente substituídos.

Executiva de rede de varejo de beleza, sobre curadoria de mix
Entrada na loja 6 meses 12 meses O varejo decide aqui se mantém ou corta
A janela de decisão do lojista

E o critério de permanência é força de marca e capacidade de gerar demanda. O mix está encolhendo, a curadoria ficou mais dura.

O que está em jogo na loja

A decisão acontece na gôndola, em segundos.

71%das compras são decididas dentro da loja
POPAI Brasil
10sé o tempo de decisão na frente da gôndola
ABRE e POPAI
30%de quem não acha o produto compra do concorrente no mesmo dia
Nielsen
8% a 12%é a ruptura média nas gôndolas brasileiras
Nielsen e Neogrid

Nesses dez segundos, a embalagem trabalha sozinha. Se ela não se explica, a promotora vira obrigatória.

E fora da loja

A busca já mudou de endereço.

Marketplaces (Mercado Livre, Amazon, Magalu) 54% Buscadores e demais canais 46%
Onde o consumidor inicia a busca por produtos · MRM Brasil

Pela primeira vez os marketplaces passaram os buscadores como ponto de partida. E 73% ainda pesquisam na loja física antes de fechar a compra online.

Ou seja: físico e digital não são canais separados, são etapas da mesma decisão.

Quantos clientes existem

Metade desse mercado está pulverizada.

47,8% 52,2% Natura, Boticário, Unilever, L'Oréal e Colgate Centenas de fabricantes médios e pequenos É aqui que estão os nossos clientes
Participação no mercado brasileiro de beleza e cuidados pessoais · ABIHPEC

O setor movimenta US$ 26,9 bilhões por ano e cresce cerca de 7% ao ano. Não faltam empresas para atender. Falta quem fale a língua delas.

04
Parte quatro

Como o trabalho acontece.

O método

Cinco fases, do diagnóstico à rotina.

FASE 0
Raio-X, portfólio, canais, preço, embalagem, digital, rótulo e entrevistas com quem revende
FASE 1
Plataforma de marca, o que faz a marca ser reconhecida e o que ela pode prometer
FASE 2
Arquitetura de canais, preço anunciado, página de produto, kit do lojista, mídia para o PDV
FASE 3
Playbook, o sistema que a equipe do cliente opera, com a primeira rodada feita junto
FASE 4
Régua, painel de indicadores e comitê mensal com a direção
A régua que usamos na Fase 3

A resposta para quem só quer post que vende hoje.

60% 40% Construção de marca, amplia a demanda futura Ativação, converte a demanda de hoje
Divisão de maior retorno em cerca de mil casos do banco do IPA · Binet e Field

Ativação dá pico curto. Marca dá efeito composto: mais participação, mais poder de preço, menor custo de aquisição.

A fronteira

Somos consultoria. Não somos agência.

O que fazemos

  • Diagnóstico, estratégia e decisão
  • Posicionamento e arquitetura de marca
  • Política de canal e de preço anunciado
  • Playbooks, briefings e critérios de aprovação

O que a equipe do cliente faz

  • Gravar, editar e postar
  • Cadastrar produto no marketplace
  • Responder comentários
  • Rodar o dia a dia

A gestão de mídia entra como contrato separado, com um parceiro operando. Nunca vendida junto com a consultoria. É isso que mantém a Conexa no lugar de quem decide, e não de quem posta.

O que nos protege · 1 de 2

A indústria pode controlar o que se anuncia. Nunca o que se vende.

Preço de venda · proibido

Fixar o preço de revenda

O preço final é liberdade do lojista. Controlar isso é vedado pela Lei 12.529/2011, com multa de até 20% do faturamento.

Preço de anúncio · permitido

Preço Mínimo Anunciado

Ninguém estampa o produto abaixo da pista: o anúncio que fura sai do ar, e a negociação no balcão continua livre. Resolve o que destrói a marca, que é o preço público.

O CADE aprovou o formato no caso Continental, sob três condições: a marca não pode ser dominante no mercado (indústria média se encaixa com folga), a regra nasce da própria indústria, e vale igual para todos os canais.

A política, nós desenhamos. Quem assina o risco é o jurídico do cliente.

O que nos protege · 2 de 2

O formato que mais vende é o que mais expõe.

Antes e depois é o motor de vendas de cosmético no TikTok, categoria que já responde por 21% de tudo que se vende na plataforma. E é justamente esse formato que esbarra na RDC 752, que proíbe alegação terapêutica.

Agência de beleza faz conteúdo. Consultoria regulatória faz dossiê. Ninguém cobre as duas pontas.

Nós cobrimos, e esse é o nosso diferencial mais difícil de copiar.

O diferencial

Um varejista dentro do diagnóstico.

Toda consultoria de marca conversa com o dono da indústria. A nossa também conversa com quem compra dele.

Uma agência contrata designer. Não contrata a credibilidade de quem compra dessas indústrias há anos. É o que justifica o nosso preço estar acima do de agência.

E isso vai declarado na primeira reunião com o cliente: o parceiro é lojista do setor e parceiro comercial da Conexa. Escondido viraria problema, declarado vira credibilidade.

Como se vende

Diagnóstico pago primeiro. Sempre.

Ninguém compra um programa de 90 dias de quem ainda não olhou a empresa dele, ainda mais um dono que já se queimou com promessa de agência.

DegrauO que éDuraçãoPreço
01Raio-X, o diagnóstico completo4 semanasa definir hoje
02Implantação, fases 1 a 390 diasa definir
03Régua, acompanhamento mensalrecorrentea definir

O degrau 2 nunca é vendido sem o degrau 1.

05
Parte cinco

O que precisamos decidir hoje.

Decisão 1 · juntos

Quanto vale o Raio-X?

Diagnóstico simples R$ 6k a 10k Diagnóstico profundo a partir de R$ 15k Consultoria de posicionamento R$ 5k a 50k
Faixas praticadas no mercado brasileiro · levantamento de agosto de 2026
Mas quem conhece o bolso é você

Quanto uma indústria dessas paga sem pestanejar, e a partir de quanto ela trava?

Decisão 2 · você

Qual indústria abre o método?

A recomendação mais importante que tenho: escolha a mais fácil de entregar bem, não a maior.

Entrega ruim no primeiro caso queima o canal inteiro, e o canal vale mais que qualquer contrato individual.

E tem um segundo motivo

É desse cliente que sai o nosso primeiro caso com número: o giro medido antes e depois. É o que você leva para a segunda reunião, e vale mais que qualquer apresentação.

Quatro respostas

O que só você pode me dizer.

  1. Quanto custa uma promotora por loja, por mês?Com esse número, a economia da promotora vira cálculo. Cálculo vende melhor que argumento.
  2. Qual o orçamento de marketing de uma indústria média, e quanto já vai para trade e promotora?Precisamos saber de que bolso sai o nosso honorário.
  3. Quem decide: o dono, o comercial ou o marketing?Consultoria vendida para quem não decide não sai do papel.
  4. Quais marcas nativas digitais você citou no áudio?Confirmei a Kokeshi. As outras não identifiquei, e elas viram prova social na venda.
Próximo passo

Com as duas decisões, saímos daqui prontos para a primeira proposta.

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